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sexta-feira, março 09, 2012

Magrela

Saí eu e a magrela
Somente eu e ela
Lá no céu a lua cheia
Aqui no chão volta e meia
Pedalo
Na favela, pagode na viela.
Alguns com baseado outros Inconformados guardando suas preces em garagens de amém
Tem também a gostosinha dos mano,
As piriguete rebolando, ô se tem.
Vai e vem
Sobe morro, desce morro
Não sei se morro
Puxo o fôlego
Vem cigarro, vem esgoto, vem cheiro de jasmim do perfume da...
Sei lá, deve se chamar Iasmin.
Subo mais um morro, desço mais um morro.
Já contei onze só até a Praça Onze,
Não sei se pedalo ou se corro.
Calma mano, que isso aqui não é coito.
Respiro a valsa da quebrada... Me sinto completamente em casa.
A lua lá no céu
A luta cá na terra
Jorge me olha curioso e não dou a mínima pro dragão.
Até porque eu sou timão...
A lua hoje é bela, tranquilo sigo pedalando na favela
Vou em frente
Porque sei

Sei que tem também
Por aqui
Gente de bem.

5 comentários:

Vander disse...

Já me tornei um fanático pelo seu poema parceiro,e continue assim pois eu sei que desta cuca ai tem muita coisa bacana...
Parabéns mano, vamos que vamos.

Lê. Andro disse...

Valeu Che! Isso é inspiração recente, que vem da companhia de uma galera firmeza, que topa ocupar umas fábricas... Haha! É nozes parceiro!

Lê. Andro disse...

Valeu Che! Isso é inspiração recente, que vem da companhia de uma galera firmeza, que topa ocupar umas fábricas... Haha! É nozes parceiro!

Lê. Andro disse...

Valeu Che! Isso é inspiração recente, que vem da companhia de uma galera firmeza, que topa ocupar umas fábricas... Haha! É nozes parceiro!

Lê. Andro disse...

Valeu Che! Isso é inspiração recente, que vem da companhia de uma galera firmeza, que topa ocupar umas fábricas... Haha! É nozes parceiro!