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quarta-feira, agosto 08, 2007

De que me acerta esperar se dá espera contar só os tempos perdidos? Desgarrei varrido nesse vento sul. Na friagem polar me solto dos galhos pra ver se a tempestade me leva algum litoral quentinho embrulhado pra presente. Com um cartão animado embalado em Bossa-Nova e, nova, endossa a alegria de maré tranquila. A lua que se aproxima vagarosamente. E do vento só a brisa no ouvido. Um bafo quente na nuca e uma vontade "nunca" de sair daquela areia massagista. E a quem me permita ser eu... resolvo fica alí a esmo, nu...nuuuuuma praia semi-deserta, pensando no que me diz direito: o errado não é só o que parace avesso, tão pouco o é, é só o que de acerto comum não é feito. O estranho do "é" é o que define o contrário "não é"... mas assim... ah... assim, quem sabe o que vem a ser, sou eu mesmo... seguro da minha aprendiz sabedoria.

quinta-feira, julho 19, 2007

"Que vida é essa?

Quanta conversa

Estou com fome,

ela me mata e tem pressa (4x)"
D'arc
Dá aqui
Joana
Subida
Dançando na lua
Sumida...
*música

Mês

a mês
Meus
de meus
Ais
de ais
Pais
Cadê
Paz

Viajou
Partiu do cais
Sumiu
Atras
Do mar
Ví Iemanjá
Sereia
Janaína
Sereia
Jorge são
Mata o dragão
Na areia

Mês
ameis
Meus
adeus
Ais-
-deais
Paz
Brota no cais

Saiu
Ao caso.
Acaso partiu
Serena?
Atol
das broncas
Baleias

Sou um pouco de favela
Na maré.
Magoa
Lagoa
Gota a gota
Uma a uma
Perdura
Pendura-me
enquanto flutua
Sereia
Jorge são
Virou dragão na arena.

quarta-feira, julho 18, 2007

Corpo Assim: assim

"Nos temos a noite"
Ato falho,
Freud diria
Porém o que digo
É que piada parecia...

Dadas as circunstâncias

Dar por dar ninguém dá nada.
Minha tranquilidade estoura
Limites
E refico turbulento
Returbulo lento
Este tempo largo
Enquanto me atrevo ao avesso
Pra ver se acerto ao menos uma vez.
Dar por dar ninguém quer, nada...
Seria um descomprometimento
Triste...
de tez se entendem as almas
Corpalma
Palmas:
Uma salva!
Pra quem conseguiu pôr a urucubaca

Vou correndo ver
Alguém que possa me benzer
Destas incompreensíveis fardas.

Tinha me posto em silêncio tibetano
Mas o corpo fala
Tagarela por demais
Ara!
Riscar o vocabulário
Fazer cinema mudo
Teatro Nô
Ou o quanto mais absurdo
Nó!
Partituras brancas
Velhas, se amareladas
Mas uma única nota de silêncio eterno
Preenchendo os ares
Musicares
Circulares ocos
D'oco se faz uma percussão
Corporal...:
Do peito bato e retumba o grave do coração.

Coragem
Pra agir vermelho de raiva
Ou cego de paixão

Tenho vontade imensa de cumprir o que me proponho. Se aquiete Le Andro, O Homem latim. Não late, morde. Não avise, surpreenda. Não recomece, comece denovo por ter ido até o fim. Não diga não se de não vivem os sins e de sins irão os nãos pra voltar novamente como sinos anunciando um talvez da incerteza. "Ir também é voltar". Disso deixe somente a certeza de que se há dúvida é porque não há a inteireza de decisão: muitas vezes fala a cabeça e longe passa as palpitações do coração. Hoje me disseram pra fazer somente o que tenho vontade... será? Mesmo... assim... quer? Me entregar às vontades seria o de certo mais agradável...? dessas brincadeiras já não vejo graça. Atingi a graça de entender o que cabe ao certo, mesmo se errado, a mente inquieta a espinha éter-eta e o coração: transpiro - para ir além da loucura.

Ô tubulação!
Turbulência de cano
Dá essa impressão
Tremi e vazei
Escoei pra algum rio sem fim mar
Firmar a
Maturar a
Respirar a
Vid-r-a-ça

Sou transparente
Aça-í
Assa
Me queimo em minhas confissões
Mas e daí?
O que perco?
Perdendo me acho
Capacho
Tapetinho de jardim
Perto da grama
Reclama
Os pisões
Me acho
esculacho
Minhas razões por estar
Assim.

quarta-feira, julho 11, 2007

Corpo em Silêncio

Devo aquietar. O silêncio me diz pra deixá-lo estar. Assim vou bem a mim e encontro um certo ar que respiro limpo, solto, completo. Respirar o corpo é mais que puxar e cuspir vento, mecanicamente, me alimentando de um oxigênio cinza de cidade. Se espera que defina o que, então, o é... esqueça, não sei colocar em "é" o que somente percebo. Pro discurso da vez me calo, nem converso. Nem verso... escrevo em prosa pra ficar clara a minha intenção poética de dizer que de silêncio duram minhas horas: mesmo quando escrevo. Escrevo quieto pra que leia quieto e grite só por dentro, se assim quiseres. Experimento esse meu sossego. Um pouco mais largo tudo o que me interfere a percepção do tempo. Deculpe Drumond, mas tenho de descordar de seu poema que diz das fatias de horas a industrialização do tempo. Não são elas que geram a esperança do recomeçar, mas somos nós mesmos! A hora é consequência da organização natural da vida. O sol nasce, se põe, a lua anda no céu e vai pro outro lado do mundo, incansavelmente. O inverno vai e a primavera chega... e isso não é industrialização da natureza. O recomeçar dos anos vem das colheitas, e as colheitas vêm dos ciclos de plantio, que obedecem o andar das horas naturais do planeta. Se encerramos o nosso ciclo ao fim de um ano é porque nós industrializamos nós mesmos e, assim, a percepção que temos do mundo. Mas as horas... ah... as horas não tem culpa de serem elas mesmas, nos regrando nos segundos de sua beleza. Meus seilêncios têm durado horas! Ao fim delas existe algum acorde, geralmente dissonânte, me dizendo já ser tempo de outro silêncio de horas! Portanto, acorde! Acorde! Desse sono embriagado, parecendo viciado em alguma droga. Enfrente a abstinência em silêncio, consigo, sozinho, mesmo se acompanhado. Arrume outros assuntos, fale do que além disso te importe. Resolva o resto só, pra sentir que continuar sem, também pode. Dos outros faça bem o estar. Não fale, só faça carinho, basta, resolve. Conversa demais também atrapalha. Aliás, quando muito precisa falar, é porque de menos se entende no corpo. Deixem o silêncio dos gestos se colocarem perenes. São as peles, e não as cabeças, quem realmente se entendem.

Corpo Assim: dilatado

Dilatar o corpo
Atingir o Outro
Não há Outro significado
Dilatar o corpo
Partir de sí pro Outro
Não há Outro significado
Dilatar o corpo
Tomar em sí o Outro
Não há Outro significado
Dilatar o corpo
Intensificar-se ao Outro
Não há Outro significado

Se não há signos, portanto
no Outro
Adquire-se no contato
Do momento
Exato
No olho da cena
Do instante teatro

Dilatar o corpo
Dar significados ao Outro
Não há outro significado.

terça-feira, julho 10, 2007

Quero falar do mundo.
Por onde anda tudo
Que vá além de mim?

__________________

A cesta de vime
Guarda
O que não me deprime

___________________

Repórter vida
Sumida
Maria Cristina

____________________

Tapa de sobrinha: criança
Chacoalhar de vez
Pra pôr fim à esperança

_____________________

Desintegro meu umbigo
Fale Nietzsche, vale
Me fortaleço no inimigo

______________________

Muitas vezes tudo,
Vezes, muitos nadas,
Mudo, cantarei alto às fadas
Notas de veludo,
Escalas desasossegadas.
Mudo a região das portas
Encanto outras entradas
Arre, salve guerreiro Jorge
Guerreiro Jorge, ave!

______________________

Jorge da Capadócia sentou praça
Cabeça na lua
Armadura de prata

______________________

Acabo agora de escrever
Levo as palavras pra cama
Me ama é o verbo
E quem me chama
É poesia noturna
Ninando menino
Medroso
De escuro que ao sonho
Reclama

sábado, julho 07, 2007

Soneto do Não Quero Mais Não Poder Querer

Soneto

Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer,

Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer...

Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer?

Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer e
Não quero mais não poder querer!

terça-feira, julho 03, 2007

Corpo Assim: em tempo simultâneo...

O que será que acontece agora no momento em que escrevo? Escuto Danilo Monteiro, tendo ficado ainda em memória o Naimã que ouvi outra hora. Minha mãe vê repórter e minha irmã toma banho. A Penélope lambe o pelo e o cachorro ladra a noite ao ladrão. A cobra dá o bote e a aranha pede mais. Milhões de scraps no orkut e poemas em blogs. Concepções de filhos nas favelas, tiros ao alto e autotiros suicidas em meio ao desespero dos corpos. Corpos que vão, corpos que caem, corpos que passam, corpos qu voltam, corpos que rezam, corpos que transam, corpos que mentem, corpos que pecam, corpos dementes, corpos que corrompem, corpos que criam. O rio continua correndo, a torneira pingando, o biscoito molhando, o leite acabando e a padaria fechando. Nos shoppings somente as ultimas sessões de cinema em fim de choros, ou de medos, ou de risos, ou de nojos, depende do gênero... e das circunstâncias. Alguns beijos, muitos. Alguns peitos doídos, muitos. Alguns outros sangrando vermelho de verdade. Casamentos e luas-de-mel acontecem ao mesmo tempo que velórios. Nascimentos completos e outros em germinação. Cartas são escritas, músicas são compostas, sorrisos são deixados de lado e choros a beira do mar de lágrimas são saciados. Sobremesas são saboreadas e muita fome há no mundo. Putas nas esquinas, crentes pecando ao escuro da fé, maridos fugindo a medida que em suas camas há algum outro marido... e assim sucessivamente. Um Leminski para amizade e um Neruda pra namoro, lidos a luz das vinte e três horas. Vinte e Três, número: 23:23, agora. O que será que acontece agora no momento em que escrevo? Alguma cama de motel invadida por corpos flutuantes de paixão... talvez sim, talvez não. Minha vó fazendo palavras cruzadas, vendo TV e dormindo ao mesmo tempo. Minha tia está ao telefone e minha irmã cuidando da minha sobrinha enquanto meu cunhado faz a janta. O Lula deve estar de cuecas e a Mariza fazendo massagem em seus pés... eles transam? Transar a vida é ir além do ar: vácuo. Silêncios, alguns muitos em horas vazias. E eu escrevo numa semi-apatia. Ainda escuto Danilo Monteiro e não sei o que acontece por aí, ainda. Ficam réstias Naimãnicas de memórias musicais que me dizem muito "fulinaimicamente". Joana D'arc canta no ensaio, ou talvez já esteja em algum caderno escrevendo como Carmem, amando seus cachorros e outros cães. São Jorge olha da lua e compactua com o dragão as mazelas do mundo, assim como suas belezas. Eu não sei, quais são os maus e quais são os bens. O que será que acontece agora? No fundo eu sei... no fundo eu imagino o quê sei... no fundo eu desejo o quê sei e fosse comigo também. Agora acontece que me chegou uma mensagem no celular: Carmem está sem chave... minhas portas estão abertas! Danilo ainda toca e o Naimã, por hora, parece foi embora. O que será que acontece agora? Heita pecado bom esse da luxúria que traz a gula e a preguiça na promoção. Pecado triplo não podia ser pecado, devia ser excomungação! Comungar com a ex... faz parte do processo. O que será que acontece agora? A ex comunga com outro... talvez sim, talvez não... faz parte do processo. Paiurá paiurá pá paiurá, canta Danilo e geme em seguida, como esse CD é bom! Simultaneamente há um movimento terrestre em volta do sol e outro em volta de sí. Uma estrela explode e outra cai. Supernova essa minha vida... "nada está em seu lugar" canta agora Danilo... no Japão já é quase hora do almoço. E as formigas se revezam pra levar terra pro formigueiro. Os pássaros dormem, e os morcegos voam. Alguns passam frio. Alguns estão tomando pinga. Alguns conversam um papo bom. Alguns estão entre outros em alguma festa. O que será que acontece agora? Talvez no fim das horas... o metrô parte por ultimo a meia-noite, é preciso voltar pra casa. Minha irmã diz querer dormir e eu vou para o violão. O sono... sono é pra vir por ultimo nessa vida, tenho tanto o que agir. "E assim se fez o poema" diz Danilo agora. Deixo a siultâneidade das horas em ações não menos importantes. Parto pras minhas músicas... ressoa... que são mais minhas do que de qualquer outra pessoa.

Corpo Assim: em língua do P

Puxa!
Poxa...
Pixa-in aí e
Pensa:
Pá-lá-de-carapicuíba!
Pare,
Pense...
Pica a mula!
Porra...
Pura.
Pulo
Pôr no,
Pinto,
Penso,
Parafraseio,
Parar...
Paro.
Pelos
Pingos
Pod(e)res:
Pulsão
Pulmão.
Poema
Piaimãnesco, de
Pedra e

Pra cavocar
A Terra.

Corpo Assim: em dores...

Dor de Cotovelo
(Caetano Veloso, mas em voz de Elza Soares)

O ciúme dói nos cotovelos
Na raiz dos cabelos
Gela a sola dos pés
Faz os músculos ficarem moles
E o estômago vão e sem fome
Dói da flor da pele ao pó do osso
Rói do cóccix até o pescoço
Acende uma luz branca em seu umbigo
Você ama o inimigo
E se torna inimigo do amor
O ciúme dói do leito à margem
Dói pra fora na paisagem
Arde ao sol do fim do dia
Corre pelas veias na ramagem
Atravessa a voz e a melodia


Para ouvir a música, clique aqui

quarta-feira, junho 27, 2007

Corpo na contramão das horas

Na hora da fome o que dói é o estômago certo de ter em hora de almoço o almoço. Na hora do cansaço o que dói é o olho certo de ter em hora de sono o sono. Na hora da alegria o que dói é bochecha certa de ter em hora de tristeza a tristeza. Na hora da tristeza o que dói é o peito certo de ter em hora de aconchego o aconchego. Na hora da festa o que dói são as pernas certas de ter em hora de fim-de-festa o fim-de-festa. Na hora da labuta o que dói é a cabeça certa de ter em hora de almoço o descanço. Na hora do descanço o que dói é a vontade de ter em hora de descanço o descanço. Na hora do almoço o que dói é o cansaço de ter em hora de trabalho o sono. Na hora do sono o que dói é a tristeza de ter em hora de alegria o fim-de-festa. Na hora do fim-de-festa o que dói é o peito de ter em hora tristeza a tristeza. Na hora da tristeza o que dói é o olho de ter em hora de festa o choro. Na hora do choro o que dói é a alegria de ter em hora de aconchego o trampo. Na hora da hora ser hora certa, errada cabe no estômago, no peito, no olho. Ao contrário das horas quero, então, assim. Requero invertido. Na hora do estômago o que dói é o almoço certo de ter em hora de fome o almoço. Na hora do olho o que dói é o sono certo de ter em hora de cansaço o sono. Na hora de bochecha o que dói é a tristeza certa de ter em hora de tristeza a alegria. Na hora de tudo o que dói é o nada, certo de ter em hora certa de tudo a certeza nenhuma de que não há certezas de nada.
Não sou de ninguém
Não sou de todo mundo
E todo mundo não é meu também

sexta-feira, junho 22, 2007

Corpo Esguio de S

Curva do S de
Solidão

Sim
Sem
Sal
Sapo
Sapato
Saber
Siricutico
Simbiose
Simples
Sincero
Solstício
Sombreamento
Som
Saco
Sonsso
Saiba
Sexo
Sartre
Sarro
Se
Sentimento
Sede
Sabão
Serviço
Ser
Assim em curvas
Na surpresa da esquina
em Ésses
Esses sim
São
Nossos tristes caminhos
ou Nossos alegres dizeres.

Sopro, quente, na nuca,
de Sopa
Sobra o soco
Sorva o
Sazonal...
Solto pra sintetizar o S
Sei
Sabor de que te quero.
Sei que te quero em Sabores de S.

Corpo astral acessado pela internet

Pra quem quiser, eis meu mapa astral...

by Cigano.net

- Este é um Mapa Astrológico Interpretado por computador e não possui a pretensão de ser conclusivo.
- Os cálculos apresentados são exatos para os dados informados.
- Não estão interpretados os Planetas nas Casas nem o Ascendente e o Meio do Céu.
- Apenas um bom Astrólogo numa consulta pessoal pode fornecer indicações completas.

- Mapa Astral para Leandro
- Nascido em Guarulhos às 05:30 do dia 25/11/1984
- Longitude: 46W32 Latitude: 23S28 Fuso: 3
- Não foi informado Horário de Verão
- Verifique se os dados acima estão corretos antes de ler seu Mapa Astral Interpretado
Planeta Longitude Em que signo?



Sol
03 SAG 16

Sagitário
Lua
04 CAP 42

Capricórnio
Mercurio
24 SAG 58

Sagitário
Venus
13 CAP 39

Capricórnio
Marte
07 AQU 13

Aquario
Jupiter
13 CAP 23

Capricórnio
Saturno
20 ESC 44

Escorpião
Urano
13 SAG 12

Sagitário
Netuno
00 CAP 10

Capricórnio
Plutao
03 ESC 17

Escorpião
Quiron
06 GEM 33

Gêmeos
Nodo Lunar
27 TAU 30

Touro
Ascendente
07 SAG 06

Sagitário
Meio Ceu
23 LEO 06

Leão
Vertex
29 ARI 49

Aries
Capítulo 1 - DESCRIÇÃO GERAL
Por temperamento você é pessoa ambiciosa, reservada, prudente, austéra, trabalhadora, mas calculista, pois almeja alcançar uma posição de destaque social. Oscila entre a economia e a avareza. Os sentimentos e as emoções dos outros não lhe comovem.

Capítulo 2 - TEMPERAMENTO E EMOTIVIDADE
Você é jovial, simpático, cordial, entusiasmado, franco, filosófico e paternal. Gosta de viajar, conhecer pessoas e lugares e adora sua liberdade. Contudo, tende a precipitar-se em suas conclusões e fica deprimido quando está ansioso.

Capítulo 3 - MENTE E COMUNICAÇÃO
Sua mente é filosófica, independente e liberal, interessada em conceitos amplos nas áreas de educação, política e filosofia, direito ou religião, embora muito ligada a moralidade em voga. Apesar de seus conceitos avançados nem sempre é o dono da verdade.

Capítulo 4 - SENSIBILIDADE E AFETOS
Sua sensibilidade é bastante limitada, fazendo com que seja controlado, reservado e formal em questões sentimentais. Na juventude prefere namorar com pessoa mais velha e, se casar tarde. É leal e constante para com seu amôr.

Capítulo 5 - ATIVIDADE E CONQUISTA
Você gosta de participar ativamente de um negócio, clube ou organização e costuma encorajar para cada um cumprir sua parte no esforço do grupo. Você é pessoa progressista e dinâmica e tem sucesso no mundo dos negócios.

Capítulo 6 - SENTIMENTO E ÊXITO
Você prefere o trabalho profissional, não se incomoda com suas formalidades e gosta de ocupar uma posição de influencia, já que para você é importante fazer parte das altas rodas. Pode ter êxito nos negócios, função publica, educação e política.

Capítulo 7 - ESFORÇOS E LIMITAÇÕES
Você é pessoa bastante reservada a respeito do que verdadeiramente acha e sente e tem dificuldade para manifestar-se abertamente. Você costuma lutar contra seu próprio subconsciente e ter problemas de comunicação com as pessoas mais chegadas.

Capítulo 8 - ORIGINALIDADE E INDEPENDÊNCIA
A liberdade de expressão em qualquer campo é extremamente importante. Adota prontamente os novos conceitos religiosos e tende fortemente para a parapsicologia e metafísica. É compassivo, otimista e liberal, tem senso de humor e gosta de viajar.

Capítulo 9 - IMAGINAÇÃO E PSIQUISMO
Apesar de interessar-se pela meditação e ensinamentos antigos, tende a evitar o misticismo metafísico e as manifestações psíquicas. Você esta mais voltado para aplicar as descobertas, invenções e sua natureza espiritual para melhorar a vida diária.

Capítulo 10 - TRANSFORMAÇÃO E DESTINO
Sua intensidade emocional, sensibilidade em relação ao meio-ambiente e curiosidade por tudo que ainda não foi revelado, impulsionam-no a penetrar, profunda e, ás vezes, implacavelmente nos mistérios da vida.

Os pontos mais relevantes de seu Mapa Astral
- Você é muito carente emocional e sentimentalmente. Sua melancolia e pessimismo fazem com que os outros acabem por evitar-lhe. Sua timidez e falta de confiança em si mesmo, dificultam suas relações intimas com as pessoas do sexo oposto. Ë preciso corrigir esta tendência através de exercícios que aumentem a confiança e a auto-estima.


- Você consegue expressar os seus sentimentos em toda sua extensão e é capaz de fazer com que os outros também cheguem a desabafar. Está muito interessado na psicologia profunda e nutre sentimento a respeito de maternidade e família.


- Sua disposição alegre, otimista, cordial, sociável e generosa atrai a boa sorte e companhia. A prosperidade é muito importante para si e você pode alcança-la através de seu talento artístico natural.



Assim me lê? Me leia Lê, somente... experimente...

quinta-feira, junho 21, 2007

Desde sempre sou menino
Homem
Prematuro
Pra não dizer precoce
E ativar um trauma de libido
Limbo
Da pedra que escorrega
O discurso da ação
Escorregadio é o que prestamos
e Emprestamos
De serviços
Um corpo, um papo, um chamego sem sapato?

Deve ser coisa de sagitariano
Com ascendente em sagitário
Queda em escorpião
E lua em capricórnio...

Procuro ainda meu sol

Desde sempre sou Homem
Menino
Me nino em cafuné
Como uma punheta de carinho
Me faço próprio dormido
Nos roncos encaminho sonhos
Advertivos
Que não lembro depois
Me nino sem boi da cara preta
Os muitos são de quando acordo
E viro a corda
E ouço a música
E vejo o mundo

Deve ser coisa de sagitariano
Com ascendente em sagitário
Queda em escorpião
E lua em capricórnio...

Pelos tempestivos ares de seu
Ir além da pele é transpelar
a Epiderme
Pelar a frigideira e fritar essa moral
Que nos repele
Doer
De vez
Pelo não doer aos poucos
Ansioso?

Deve ser coisa de sagitariano
Com ascendente em sagitário
Queda em escorpião
E lua em capricórnio...

Como do centro saiu o caroço
Do meu estômago reparo o osso
Duro de roer
Ao que proponho é a não mesmisse das coisas
Revertidas em outras situações
A sua própria natureza
Percebo do mesmo um novo endereço
E só
E o nó?
Ai que dó se for assim mesmo
Me digam errado, se de acertos é feito o mundo
O empreendimento perfeito de Deus
Em seus planos de negócio
O humano é ócio

Deve ser coisa de sagitariano
Com ascendente em sagitário
Queda em escorpião
E lua em capricórnio...

Será?
E se nasci no dia errado?
Ou assim me registraram
Programando-me aos impulsos zodiacais
Zoodiacais
Sei que sou mesmo um animal

Deve ser coisa de homem-cavalo
Com ascendente em homem-cavalo
Queda em escorpião
E lua em um bode chifrudo que só
Pasta,
Pasta...
Pasta.
Para ir além da loucura
Transpiração

segunda-feira, junho 18, 2007

Corpo Além Trans

Para ir além da forma
Transformação,
Ir além do verso
Transverso,
Ir além da pedra
Transita,
Ir além da aparência
Transparência,
Ir além da ação
Transação,
Ir além do "a"
Transa,
Ir além do "e"
Transe,
Ir além do soco
Transpunho.
Mas o certo seria "ponho"
Então,
Para ir além do colóquio
Transponho,
Ir além da ferida
Transpus
Ir além do padrão
Transviado,
Ir além do caminho
Transmissão,
Ir além da arma
Transporte,
Ir além da estrada
Transposto,
Ir além do ego
Transmitido,
Mesmo se metido
Renego
Ir além do que afirmo.
Transfiro o fino,
Engrosso o nexo
Para ir além do sexo:
Transex
Mas só quero ir além do ar
Transar,
Transar...
Transar.

segunda-feira, junho 11, 2007

As vezes ao que pressinto gostaria que não fosse verdade, só meia dela, que, num dado momento, enxergasse que a meia mentira, outra metade, se revelasse como um devaneio dessa mente perigosa. Mas penso com o corpo, talvez por isso as verdades me cheguem assim inteiras. Leio o todo, as pernas, as mãos, os olhos... muito pouco as palavras: elas só dizem conceitos, só sai delas pensamento. Intuí, algo estava por vir... e veio. E tudo sempre vem, porquê? Verdades inteiras, sem chá de cogumelo. Chegam num bloco sem trégua e sem tempo de organizar essa minha confusão toda, fico. Mesmo que o gostoso da confusão seja ela. Fico. Estou fincado num circo de quatro mastros, não tem mais volta, porque não quero... A verdade de tudo são as contradições. Até que ponto elas acontecem sem virar incoerência? A incoerência é propriedade privada... contradiz o coletivo de sensações. Por, tanto, fico sem dizer e sinto-te à vez de que percebo em versos moles uma inconstância gelatinosa: que balança, mas não cai, no máximo derrete, vira outra coisa. Virando e revirando vamos nesse desespero do improvável, nos revelando ao mesmo tempo que nos construímos proibidos. Até o dia em que tudo será repermitido, como antes de Adão, Eva e os contos de fada disneylandinos...